Trabalhos Desenvolvidos

27 de setembro de 2013

Duo de Viola e Acordeon Valdir Verona e Rafael de Boni participação especial de Yamandu Costa


Comunidade em Concerto nas Escolas - Quimetais



DATA
HORÁRIO
LOCAL
27/09/13 sexta
16h30
EE DE FUNDAMENTAL PRESIDENTE VARGAS
28/09/13 sabado
12h
E.M.E.F. Alberto Pasqualini
26/10/2013 sabado
8h30
E.M.E.F. Arnaldo Ballvê
04/11/2013 segunda
16h30
E.M.E.F. Caldas Júnior
08/11/2013 sexta
16h30
EE  FUNDAMENTAL THEODÓSIO ROCHA NETTO
22/11/13 sexta
16h30
E.M.E.F. Laurindo Luiz Formolo
29/11/13 sexta
16h30
E.M.E.F. Senador Teotônio Vilela
06/12/2013 sexta
16h30
COLÉGIO ESTADUAL HENRIQUE EMÍLIO MEYER
04/11/2013 segunda
 16h30
E.M.E.F. Caldas Júnior

7 de maio de 2013

Sarau de lançamento do livro Amor, Amor de Helô Bacichette



O sarau de lançamento do livro de poesias ‘Amor, Amor’ de Helô Bacichette ocorrerá no espaço Zarabatana, que fica no Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho, dia 09 de maio de 2013, quinta-feira, a partir das 20h, com entrada franca. No decorrer do sarau a autora estará autografando seu livro e ocorrerão apresentações musicais relacionadas a temática romântica do Coral Municipal de Flores da Cunha e do grupo vocal Três Marias além de declamações de poemas contidos no livro de Helô, interpretados por Jorge Valmini. O local será ambientado por recursos que provocarão sensações que remetem ao romantismo. O evento integra também o lançamento da exposição ‘Amor, amor’ de Giovana Mazzochi e Douglas Trancoso, que mostra os desenhos das ilustrações contidas no livro homônimo que ficarão expostas até 02 de junho de 2013.
                                                                    
Sobre o livro ‘Amor, Amor’
Os versos do livro ‘Amor, Amor’, da escritora caxiense, Helô Bacichette publicado pela Editora Liddo em parceria com Elos do Conto Edição e Arte, podem ser lidos e sentidos por todos, na multiplicidade de suas experiências. Com ilustrações de Giovana Mazzochi e Douglas Trancoso, ‘Amor, Amor’ é um livro para pessoas dispostas a conquistar sua razão de ser na descoberta de sentimentos que se assemelham, na conciliação entre o amor por si mesmo e pelo outro. Um chamado para os amantes que andam lado a lado, adaptando suas dualidades e convencidos de que quem descobre o amor não deve questioná-lo, mas aceitá-lo como um presente da vida que pulsa na direção do movimento criador e transformador,  para além do tempo.  Ou, simplesmente, um convite para novos e inusitados encontros: “Não quero mais/nem menos/me divido /contigo/ e multiplico minhas partes”.

Sobre a autora Heloisa Carla Coin Bacichette/Helô Bacichette

Nasceu e mora em Caxias do Sul. Escritora de Literatura Infanto-juvenil. Professora com Licenciatura em Letras pela UCS. Possui pós-graduação em Educação do Movimento pela mesma universidade. Integra a equipe do Departamento do Livro e da Leitura da Prefeitura de Caxias do Sul.  Diretora de Literatura Infanto-juvenil da Associação Gaúcha de Escritores. Integra a Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infanto-juvenil (AEILIJ) e faz parte do projeto autor presente do Instituto Estadual do Livro (IEL). Articuladora da Confraria Reinações Caxias( grupo de estudos de Literatura Infanto-juvenil). Coordena cursos de formação para contadores de histórias e mediadores de leitura. Realiza oficinas literárias desde 1998. Ivan Balangandã, Kimbalo e O mistério das folhas perdidas são alguns dos seus livros.
Mais informações acesse www.helobacichette.com

Sobre a exposição de ‘Amor, Amor’ Giovana Mazzochi e Douglas Trancoso.

Exposição composta por 21 Ilustrações de Giovana Mazzochi e Douglas Trancoso. Usando apenas preto e tons de vermelho, com traços delicados, formas inusitadas e poesia visual, a dupla retrata a poesia que envolve os Amores. Com atmosfera lúdica voltada para todos os públicos, as ilustrações foram produzidas para o livro homônimo de Helô Bacichette. A exposição fica aberta ao público até o dia 01 de junho de 2013, no Ordovás.






Sobre Giovana Mazzochi e Douglas Trancoso

A Gio e o Doug se conhecem desde 2002. De colegas de Licenciatura em Artes Plásticas passaram a ser grandes amigos, de amigos à casal. Agora, além de casal, são uma dupla atuando em sincronicidade para produzir o que eles nasceram para fazer: Arte. Com uma linguagem simples e acessível, o casal explora em diversas plataformas como fotografia, ilustração, música e vídeo. Suas criações são frutos de muita observação e reflexão sobre todas as interações dos Seres e seu Ambiente. Criando seres imaginários, inspirados pelos próprios caminhos e histórias, Gio e Doug e suas mensagens, de traços soltos e despretensiosos, buscam trazer leveza para o olhar cotidiano. Para Gio e Doug as cores, formas, cheiros, movimentos e sons, transformam o momento presente em algo infinito quando você se permite ser Puro ao Viver.

Giovana Mazzochi: Tem 29 anos, nasceu em Caxias do Sul, RS. É graduada em Licenciatura em Artes Plásticas pela UCS. Já trabalhou como assistente da destacada ciberartista, Ph.D Diana Domingues. Em Arte Educação produziu dezenas de hipermídias para Universidades do RS. Atualmente lidera a Gio e Doug Artes, de onde saem Livros, Ilustrações, Fotografias, Músicas e principalmente Idéias.

Douglas Trancoso: Tem 31 anos, nasceu em Passo Fundo, RS. É graduado em Licenciatura em Artes Plásticas pela UCS. Fotógrafo free lancer desde 2002 , também trabalhou como desenhista e escultor, foi sócio de estúdio de design. Atualmente, além de compositor e vocalista da banda Bob ShuT, também lidera a Gio e Doug Artes.

Mais informações acesse gioedoug.blogspot.com.br





Sobre as Três Marias – Conjunto de Sons: grupo vocal formado pelas cantoras Franceli Zimmer, Cibele Tedesco e Manuela Guerra

Contato com a autora:
heloisaccb@gmail.com – (54) 99784127
Contato ilustradores:
gmazzochi@gmail.com - (54) 9197 7770
douglastrancoso@gmail.com  - (54) 9149 0518

SERVIÇO:

Sarau de Lançamento do livro ‘Amor, Amor’ de Helô Bacichette
Sessão de Autógrafos
Dia: 09 de maio de 2013
Horário: 20h
Local: Zarabatana Café
Participações: Três Marias – Conjunto de Sons, Coral Municipal de Flores da Cunha e Jorge Valmini
Entrada Franca
Na noite de lançamento o valor do livro será de R$20,00 após, nas livrarias, R$25,00
Contato: Jair Dresch (54) 9144 3477

Abertura da Exposição ‘Amor, Amor’ de Giovana Mazzochi e Douglas Trancoso
Período de visitação da exposição: 10 de maio à 1de junho de 2013
Horário de visitação: segunda à sexta das 9h às 19hs. Sábados das 15h às 19hs.
Local: Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho.
Rua: Luiz Antunes, 312. Bairro Panazzolo, Caxias do Sul/RS
Informações e visitas mediadas: Unidade de Artes Visuais.
Contato:  unidadeartesvisuais@caxias.rs.gov.br (54) 39011316 - Ramais 205 e 217


Concerto Banda Municipal Cinquentenário de Farroupilha



A Banda Municipal Cinqüentenário de Farroupilha neste ano de 2013, completa seus 29 anos e em sua trajetória de quase três décadas incentivou e promoveu a cultura e a música proporcionando atividades artísticas e culturais para a população de Farroupilha através de suas apresentações. Teve como maestros inicialmente o Maestro Toldo em seguida o Maestro Gerson Tomaz de Carvalho, conhecido como Pernambuco e o maestro Pedro Paulo Mandelli. Atualmente vem a frente da Banda o maestro Vanderlei Fontanella. Este Concerto em homenagem ao dia das Mães faz um resgate dos 12 anos deste maestro à frente da Banda. Executando músicas de caráter popular e erudito, sem deixar a herança da música italiana. As músicas têm arranjos do próprio maestro tais como ‘Asa Branca’ de Luiz Gonzaga ,‘Bolero’ de Maurice Ravel e ‘O Sole Mio’ de Luciano Pavarotti. O concerto contará com a participação especial do tenor Dirceu Pastori e da soprano Caroline Diniz Gobbato. O espetáculo é uma realização do Ministério da Cultura através da Lei de Incentivo a Cultura- Lei Rounet e tem patrocínio das empresas Marcopolo e Grendene e conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Farroupilha.

Serviço:
Concerto Banda Municipal Cinquentenário de Farroupilha
Homenagem ao dia das Mães
Quando: 04/05/13
Horário: 18h
Local: Praça Emancipação Farroupilha/RS
Entrada Franca
Em caso de chuva o Concerto será transferido para o Ginásio do Parque Cinquentenário.

Bloco da Velha Carnaval 2013



O Bloco da Velha surgiu há dois anos, com o intuito de resgatar para Caxias do Sul o espírito dos antigos carnavais. Para tanto, o formato do Bloco é uma tarde de carnaval de rua, com a presença de um trio elétrico animado pela banda de carnaval Bloco da velha, que traz no seu repertório uma seleção de marchinhas e sambas de enredo que marcaram o carnaval brasileiro. Os foliões se reúnem na concentração do Bloco com suas fantasias ou abadás exclusivos do Bloco da Velha, para depois sair em cortejo por algumas ruas e pontos culturais da cidade. A exemplo dos outros anos, são esperados foliões das mais variadas idades, com destaque para as crianças, que sempre marcaram presença com suas fantasias e enfeites. Como a entrada é franca, não há restrições para participar do Bloco, basta se juntar ao grupo e cair na folia!
Os músicos que fazem parte da Banda do Bloco da Velha são Franciele Duarte – Vocais; Dâmaris Agnes – Vocais; Vinicius Rocha - Vocais; Beto Scopel – trompete; Luiz Carlos Zeni Júnior – saxofone; Alexandre Scopel – Saxofone; Vocais; Luis Gustavo Viegas – Violão e percussão; André Viegas – Guitarra; Tomás Seidel – percussão; Sandra Kuwer – percussão; João Viegas; percussão e Chiquinho – percussão.
O Bloco da Velha 2013 se reunirá no domingo de carnaval, dia 10 de fevereiro de 2013, iniciando a concentração às 13h30 na esquina da Rua Os 18 do Forte com a Rua Marquês do Herval, ao lado da Livraria do Arco da Velha. O cortejo passa pela rua Os 18 do Forte, prosseguindo pela rua Dr. Montaury e Fermino Minghelli, fazendo uma parada no Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho, depois recomeçando o percurso pela rua Luis Antunes, ruas Tronca e Marechal Floriano até seu destino final, a Rua Coronel Flores em frente ao Quiosque Chopp Brahma.
        Sendo uma realização da Livraria do Arco da Velha e da editora Modelo de Nuvem, em 2013 o Bloco da Velha conta com o Financiamento da Lei de Incentivo a Cultura de Caxias do Sul e patrocínio da Racon Consórcios. A gestão cultural do projeto é da Tum Tum Produções, além de contar com os seguintes apoiadores: Espaço 3 Arquitetura, Aliança Francesa de Caxias do Sul, Postos Catz e Quiosque Chopp Brahma

Clube de Jazz Caxias



O Clube de Jazz surgiu numa conversa originada no projeto Práticas do Saber, do Teatro Moinho da Estação, cuja temática foi Miles Davis. Esse encontro reuniu alguns amantes de jazz e nessa oportunidade surgiu a ideia de que houvesse encontros contínuos para apreciadores de jazz. Este gênero musical, oriundo dos negros norte americanos, tem como característica, desde seu surgimento até os dias de hoje, a sua metamorfose e carrega consigo uma forma estética livre e ampla que se intercomunica, desde os estilos musicais mais tradicionais e regionais até a peculiaridade contemporânea.
Assim o Clube de Jazz Caxias tem a intenção de reunir apreciadores, ouvintes e músicos para que possam compartilhar informações sobre este gênero musical tão amplo.
A ideia deste primeiro encontro é oficializar e fortalecer um contínuo encontro mensal para não só formar um grupo de pesquisa e discussão, mas também para que se desperte o interesse em leigos, a fim de democratizar e compartilhar informações, focando na formação de público.
Traga seu vinil de jazz , seu instrumento para uma canja ou somente seus ouvidos.

Os realizadores do projeto são o Teatro Moinho da Estação e Tum Tum Produções, com apoio de Mississipi Delta Blues Bar da Modelo de Nuvem Editora e da Secretaria Municipal da Cultura de Caxias do Sul.

Projeto Duo de Viola e Acordeon Valdir Verona e Rafael De Boni


O Projeto Duo de Viola e Acordeon teve como objetivo realizar 09 recitais de música instrumental em 2012 executados por Valdir Verona e Rafael De Boni, em comunidades centrais e interioranas de Caxias do Sul. No repertório das apresentações foram executadas músicas próprias do Duo presentes no Cd ‘Encontro das Águas” que representam a sonoridade de temas do folclore musical regional sulino,visando  à divulgação e a conseqüente valorização de recitais de música instrumental deste gênero na cidade Caxias do Sul e em comunidades do interior da cidade. Este projeto teve financiamento do Edital Financiarte. 

9 de outubro de 2012

Lançamento do livro 'Os Ferozes' de Teresinha Tregansin na 28ª Feira do Livro de Caxias do Sul


Nestes tempos de tecnologia da informação a plenos terabytes, uma gurizada lá de Galópolis conseguiu unir, de um lado, a pesquisa na internet e a comunicação via rede e, de outro, os métodos de investigação e desvendamento que fazem jus a um Sherlock, a um Lupin. Essa gurizada, com os hormônios todos circulando a mil, com as paixões juvenis à flor da pele, com o típico comportamento adolescente frente ao mundo, arranjou um jeito de descobrir uma coisa muito seria. Uma coisa que tem a ver com a História, com H maiúsculo assim mesmo, com aquilo que palpita no coração das gentes, dos povos, nas manifestações de paixão ideológica que formaram boa parte da ruína do século XX. 
Teresinha Rihl Tregansin, inventora dos "Ferozes", traz algo de sua vivência no "Profundo Vale Verde" natal, e nos mostra, como pano de fundo desta novela, que o Integralismo, movimento de direita que ecoava as idéias fascistas europeias, esteve sim presente nas comunidades do Sul do país nas primeiras décadas do século passado. E tratou de botar uns guris e umas gurias pra trazer isto à tona, em um texto que é cheio de suspense e aventura.

Os Ferozes
Teresinha Rihl Tregansin
Ilustrações: Rita Bromberg Brugger
Infanto Juvenil
68 páginas
Editora: Modelo de Nuvem
Finaciamento: Lei de Incentivo à Cultura Municipal Caxias do Sul
Gestão de projeto: Tum Tum Produções
Apoio Cultural: Marcopolo e Brasdiesel
Preço: 18,00


6 de outubro de 2012

Lançamento do livro 'Desacreditações Recreativas' de José Otávio Carlomagno na 28ª Feira do Livro de Caxias do Sul


José Otávio, esse paulista gaúcho, é uma das mais gratas surpresas literárias de um tempo tão preocupado com a objetividade, os resultados, a uniformização da experiência e a constrição falsamente universal do mundo do espetáculo. Como quem não quer nada, ele vem chegando. A poesia é a única coisa que não dá nada pra ninguém – já dizia Paulo Leminski – o poeta (homem mundano com o coração aos solavancos) no fogo cruzado entre ser violentado pela linguagem (páthos cruel da condição humana) e transformá-la, torcê-la, secá-la no varal das coisas escondidas. 

Nesse “Desacreditações Recreativas”, Carlomagno explora aspectos temáticos recorrentes em sua produção poética anterior, como, por exemplo, a preocupação e interação com as forças do cotidiano (a vida ordinária, as pequenas coisas do dia-a-dia), interrogações sobre questões sociais da atualidade (o apedrejamento de mulheres, o Hubble, o câncer), a natureza (com um olhar que faz uso de conhecimento das ciências naturais), aproximações com a filosofia (tanto a ocidental quanto o pensamento de certas vertentes orientais), entre outros. Mas sem deixar de amolar a faca ambígua da ironia – ora falando dele (Sempre perco o azimute/ em horas banais), ora mirando o mundo (Deve ser por isso/ que ninguém liga para/ as epidemias da África.)

Esses poemas sem título de José – longe de escamoteá-las ou negá-las – assumem suas influências e fontes, entre elas a melhor tradição modernista brasileira (poemas aforísticos, linguagem coloquial, tom por vezes próximo à prosa, temática múltipla com certa preocupação social etc.), conversando, todavia, com as vanguardas do século XX (o que denota aí a leitura dos surrealistas e dos concretistas – por exemplo). Em se tratando de ritmo e canto, o volume alcança unidade geral que pressupõe, como já dito, a existência do leitor qualificado de poesia convivendo junto ao poeta e, mais, alguém que tem os dois pés na música (José Otávio vive a surpreender a gente: além de músico, é um exímio fazedor de guitarras).
A poesia, como o mar em um poema de Rilke, nos devolve um autor que se preocupa em transitar entre tradição a contemporaneidade, depois de temporais e vastos desertos. O mais importante de tudo, talvez, é que nem ele, nem a poesia estejam preocupados com isso, e sigam seu destino entre guabijús e agapantos, a bolinar a linguagem desavergonhada.

Desacreditações Recreativas
José Otavio Carlomagno
Poesia
140 páginas
Editora Modelo de Nuvem
Gestão de Projeto: Tum Tum Produções
Finciamento: Financiarte Caxias do Sul
Preço: 22,00


21 de junho de 2012

Duo de Viola e Acordeon - Valdir Verona e Rafael De Boni

Projeto aprovado na Lei Rouanet 
Enquadramento Artigo 18


O Projeto Duo de Viola e Acordeón - Valdir Verona e Rafael De Boni é um espetáculo de circulação nacional que passará pelas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Caxias do Sul. Além de prever a participação especial dos músicos Yamandú Costa/RJ, Paulo Freire/SP, Chico Lobo/MG e Cacai Nunes/DF e a gravação de um DVD do espetáculo que será realizado em Caxias do Sul.

    Foto:Ricardo Labastier

Apoie este projeto através da doação de uma parte do Imposto de Renda de sua empresa, deduzindo o valor doado no ajuste fiscal do ano posterior pela Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet.


A sua empresa tem direito a deduzir 100% do imposto devido num limite de até 4%.

Só poderão fazer as doações as empresas que tenham como opção a declaração de IR com base no lucro real, empresas que tenham como opção através de lucro presumido ou Simples Nacional não poderão efetuar o patrocínio.

Para apoiar com este projeto entre em contato através do e-mail  produtora@tumtumproducoes.com

15 de junho de 2012

Espetáculo Passagem




O espetáculo PASSAGEM, que ocorrerá nos dias 19 e 20 de junho, no Teatro Municipal Pedro Parenti, às 20h30 min, lança o DVD homônimo que foi contemplado pelo edital FINANCIARTE de 2010, da Secretaria Municipal da Cultura de Caxias do Sul e tem direção artística de Gustavo Viegas e produção cultural da Tum Tum Produções. Os músicos que compõe o espetáculo são André Viegas - guitarra, harpa de vidro, Gustavo Viegas – baixo, edu, berimbau e harpa de vidro, João Viegas – percussão e harpa de vidro, Gabriel Lopes – piano, Lucas Ceconi - percussão e Rodrigo Maciel – violino.



PASSAGEM nasceu a partir da característica mais comum aos brasileiros: a mistura. ‘Miscigenando’ linguagens, o projeto uniu vídeo, texto e música para ilustrar o ciclo de vida de um indivíduo, desde o nascimento até a morte e a "passagem" para um outro mundo. As filmagens foram realizadas no Auditório do Campus 8 da Universidade de Caxias do Sul. O material de áudio e vídeo foi captado simultaneamente para garantir que a performance registrada fosse a verdade do projeto até então. Na pós-edição, foram acrescentadas vinhetas de vídeo e textos que ajudam a marcar as fases a que cada música se refere.



Para chegar ao resultado do DVD o Projeto Passagem constituiu-se em uma pesquisa de música e cultura indígena e afrodescendentes no Rio Grande do Sul, financiada pelo edital Bolsa Estímulo à Criação da FUNARTE, em 2009. Foram visitadas reservas Kaigang e Guarani e Casas de Batuque, religião afrodescendente predominante no estado do RS, nas cidades de Porto Alegre, Caxias do Sul, Cacique Doble, Viamão, Mato Preto, Canela e Osório com o objetivo de compreender um pouco o papel da música e da ritualística presentes em suas respectivas culturas e daí retirar material para a composição de um espetáculo. A história de vida dos entrevistados deu o tom para as composições que vieram a seguir. Os temas musicais foram compostos por Gustavo Viegas e André Viegas de modo a ilustrar, em forma de histórias sonoras, as crenças e mitos das culturas em foco, sob uma ótica contemporânea e urbana. A mistura de influências, tão característica em nossa própria cultura, serve de fio condutor para o trabalho, que busca representar musicalmente a passagem de um indivíduo por um ciclo de vida. 



As músicas foram compostas como histórias sonoras, utilizando cantos Guarani e Kaingangs e ritmos de Batuque do Rio Grande do Sul como inspiração para tratar do tema. A instrumentação para algumas das músicas do trabalho partiu da influência Guarani, utilizando, entre outros instrumentos o violão (mba’epú) e o violino que simboliza a Ravé – espécie de rabeca construída por eles. Da cultura Kaigang foi usada a melodia pénkrig tynh kãme que ilustra a história de uma formiga cantando a alegria de trabalhar, ela costura as músicas do espetáculo e remete ao trabalho que temos durante nossa ‘passagem’ por este mundo, também foi utilizado o kujá ta vãser kri tynh kãme que é um canto do Kuiã (pajé) para as pessoas que já partiram. A parte rítmica das composições teve inspiração nas ‘pancadas’ nos tambores do Ilú, tambor utilizado no Batuque, religião afrodescendente cultivada no Rio Grande do Sul, apresentadas ao grupo pelo tamboreiro Antônio Carlos de Xangô, de Viamão.

A música “Mercado das IIusões” integra o espetáculo e marca a fase da adolescência, utilizando um canto para Oyá, Orixá guerreira do Batuque responsável pelos ventos e tempestades, como melodia principal. Já a primeira parte de “Cortinas Abertas” representa a fase adulta, complexa e intensa. A segunda parte representa a velhice, e com a experiência, a compreensão do real significado da vida. A música “Despedida” representa a passagem para o outro mundo e utiliza a melodia de um canto kaigang de adeus aos entes queridos que já partiram como inspiração. “Campo das Pimenteiras” é a última música do trabalho e marca a etapa no “outro mundo”. O nome desta música é uma homenagem a uma das entrevistadas para o projeto, a dona Rosa. A senhora, que dizia ter 102 anos, descendente de escravos e moradora da Reserva de Cacique Doble, nos contou um episódio de sua vida onde ela morreu, foi para o céu e passeou por um campo de pimenteiras,até acordar de novo sendo velada pela família.

As influências musicais dos compositores e intérpretes, somadas às melodias e ritmos da terra, fazem alusão às crenças dessas culturas, colocando-as de encontro a uma visão urbana e contemporânea. Cada etapa do ‘caminho’ ganha uma trilha sonora recheada de referências aos cantos e toques pesquisados que, somadas às referências musicais dos intérpretes, umas pitadas de experimentação e textos que pontuam as fases de vida, nos remetem ao nosso próprio caminho: miscigenado, livre, mutante e, acima de tudo, mágico.


Ficha Técnica:

Direção Artística: Gustavo Viegas



André Viegas - guitarra, harpa de vidro

Gustavo Viegas – baixo, edu, berimbau e harpa de vidro. 

João Viegas – percussão e harpa de vidro

Gabriel Lopes - piano
Lucas Ceconi percussão
Rodrigo Maciel - violino

Concepção e operação de luz: Rafael Schizzi

Operador de projetor: Rafael Schizzi

Técnico de som: Marcel Van Der Zwam

Técnico de palco: Diego Robério Ribeiro

Projeto gráfico: Roberta Viegas

Produção Cultural: Tum Tum Produções



4 de outubro de 2011

Livro Menina da Fazenda




Editora Modelo de Nuvem e Tum Tum Produções lançam seu primeiro título infantil:
“Menina da Fazenda”, de Daniela Echevenguá Teixeira
(com ilustrações de Rita Bromberg Brugger)
O evento ocorre no dia 08 de outubro, às 15h no Zarabatana

No dia 08 de outubro será lançado em Caxias do Sul o livro “Menina da Fazenda”, de Daniela Echevenguá Teixeira (com aquarelas de Rita Bromberg Brugger). Daniela foi contemplada com o Financiarte no edital de 2010 e a gestão de projeto é da Tum Tum Produções. O evento de lançamento às 15h no Zarabatana (Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás).
A autora dá o seguinte depoimento sobre a origem do livro:

“Desde que comecei a contar histórias para minha filha, criei a Menina da Fazenda. Um conteúdo extraído da minha infância vivida na fazenda de meu avô paterno, localizada nos Campos de Cima da Serra, em São Francisco de Paula, chamada “Capão do Passarinho”. Naquela época, meu tio mais novo, sua esposa e o casal de filhos moravam na propriedade. Eu e minha irmã gêmea passávamos parte de nossas férias lá. Minhas melhores memórias de infância são dessa época.
Maria Teresa, então com cerca de um ano e meio, ficou curiosa por este universo, e a Menina da Fazenda se estabeleceu no nosso repertório de contação de histórias antes de dormir. Passei a gostar de recriar minhas lembranças, que trazidas nesses momentos eram mais belas, queridas, ressignificadas pela nostalgia. Foi uma delícia reviver e dividir com ela sentimentos preciosos e tenho certeza que esta troca foi o ponto que a fez adorar a Menina da Fazenda. Maria Teresa acompanhava cada contação muito concentrada, atenção só quebrada por suas reações de contentamento. Todas as noites ela pedia animada uma história da “Menina Deda”, como ela chamava, ali pelos seus dois aninhos de idade, a personagem e eu fui recriando minhas memórias, gostando tanto quanto ela desses nossos momentos. Nesse processo, a história foi ganhando contornos definidos: estipulei uma rotina para a Menina da Fazenda, através de uma narrativa cíclica que começava com o amanhecer e encerrava com a hora de dormir. Maria Teresa dormia que era uma beleza ao final de cada contação.
Na Primavera do ano passado, 2010, contei para ela um novo episódio. Fazia tempo que não trazia este universo, lendo agora histórias de livros e gibis. Na manhã seguinte, ela – que então estava com cinco anos – me pediu de súbito ao acordar: “Mãe, compra a coleção da Menina da Fazenda para mim?” Fiquei surpresa. Uma surpresa leve de encantamento. Fiquei lisonjeada, emocionada mesmo, feliz. Revelei para ela, com certo constrangimento risonho, que era eu quem criava as histórias da Menina da Fazenda. Ao que ela respondeu: “Então escreve o livro pra mim?”, numa espontaneidade arrebatadora.
Quando decidi de fato escrever o livro, o primeiro impulso que tive foi de escrever a narrativa buscando ter o máximo de fidelidade possível com a fluência da contação. Meu ser todo se mobilizou nessa tarefa e diligentemente teci sete histórias, criando uma semana de primavera na vida da Menina da Fazenda. Este livro é encantado para mim, pois, na sua espontaneidade, foi recebido sempre com entusiasmo por todos que se envolveram na sua realização. É um presente, enfim, de Maria Teresa para mim, para todos nós.”

Para o jornalista e escritor Marcos Kirst, Daniela resgata com toda a intensidade esse prazer do encanto pela descoberta do mundo por meio de seu livro-contado “Menina da Fazenda”, em que a personagem-título transita com seu deslumbramento pelo cenário bucólico de uma localidade rural, permeada pelos encantos que povoam as mais queridas lembranças de qualquer adulto. Galinhas botando ovos no galinheiro, passeios a cavalo, o despertar cedinho sob o canto dos passarinhos, o sol que se põe por detrás da porteira, a atividade dos peões, a limpidez de um riacho, o trabalho incessante dos insetos, tudo isso ganha vida na recriação proposta pela autora em um texto que salta da imobilidade das linhas impressas para ser narrado em voz alta e escutado por ouvidos atentos.
O livro é ricamente ilustrado por Rita Bromberg Brugger, enfatizando a magia do universo infantil recriado por Daniela em um belo texto, de retomada ao que há de mais bonito na infância: a beleza de ver o mundo com olhos novos.

SERVIÇO:
O QUÊ: Lançamento de “Menina da Fazenda”, de Daniela Echevenguá Teixeira – com aquarelas de Rita Bromberg Brugger (Projeto contemplado no Financiarte 2010)
QUANDO: sábado, dia 08 de outubro, às 15h
ONDE:
Zarabatana (Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás)

Ficha Técnica:
Livro: “Menina da Fazenda”, de Daniela Echevenguá Teixeira – com aquarelas de Rita Bromberg Brugger | Livro Infantil
Editora: Modelo de Nuvem
Preço: R$ 40,00
Nº Páginas: 70


FINANCIAMENTO:
Prefeitura Municipal de Caxias do Sul | FINANCIARTE
Gestão de Projeto: Tum Tum Produções

Lançamento do projeto Comunidade em Concerto do Quimetais

21 de março de 2011

Aberto edital Financiarte 01/2011

Está aberto edital para projetos culturais em Caxias do Sul. Os seguintes segmentos poderão concorrer: Artes Visuais; Cinema e Vídeo; Dança; Folclore/Artesanato; Literatura; Música e Teatro. As inscrições encerram em 29 de abril de 2011. Mais informações em http://www.caxias.rs.gov.br



4 de novembro de 2010

Lançamento e sessão de autógrafos da Modelo de Nuvem Editora





A editora Modelo de Nuvem nasce de uma demanda e de uma impossibilidade, com o intuito de publicar obras de autores locais e de outros cantos do mundo. O objetivo é abrir espaço para poesia, prosa de ficção, quadrinhos, livros de artista, traduções de obras inéditas no Brasil, além de produções acadêmicas – sejam elas científicas, filosóficas ou críticas de autores que atuam no limbo da carência editorial. 

Nesse segundo ano de existência, a editora publica três títulos, coerente com sua proposta de trazer poesia, prosa de ficção e artes visuais (Eu vou conseguir ficar na aula, de Nana Corte; História de não acontecer, de Reges Schwaab; Ode Paranoide, de Marco de Menezes), e ainda a obra de ensaios críticos de Kelvin Falcão Klein, Conversas Apócrifas com Enrique Vila-Matas, que será lançado em novembro/2010.

Segundo os editores Camila Cornutti, Cristian Marques e Marco de Menezes, “um guarda-chuva é um modelo de nuvem. Assim como a própria chuva, assim como o gelo, a neve, uma xícara de chá, uma piscina de plástico, a transpiração de uma fruta, a água que se usa na construção de alicerces, a água que observa a ponte, a lágrima de um cão, os lagos de um satélite recôndito, o gelo dos cometas. E como todo guarda-chuva, tem a função de abrigar, mas também de ser perdido (quem nunca esqueceu um guarda-chuva?). Queremos que a editora seja isso: que abrigue os seus autores, que os dê uma ca(u)sa, e que, uma vez deixados como guarda-chuvas fechados, sejam descobertos pelos leitores, os quais queremos mais e mais exigentes e críticos. E nessa ca(u)sa o processo seletivo de nossas publicações começa e prima pelo rigor da qualidade dos textos, dos nossos projetos gráficos, traduções, ilustrações e tratamento editorial. O guarda-chuva é também um signo desta terra de neblinas, névoas, geadas e temporais. Que outros modelos podemos vir a enxergar neste céu? Hipopótamos, árvores, sorvetes, sapatos, bolas de futebol? A Modelo de Nuvem se prepara para esta miríade de imagens que o horizonte pode nos desvelar”. 

Mais informações www.modelodenuvem.com.br


EU VOU CONSEGUIR FICAR NA AULA


 DE NANA CORTE, com ilustrações de Adão Iturrusgarai
 
Nana Corte, além de artista plástica, é professora há mais de 25 anos. Com sua experiência de sala de aula pode vivenciar inúmeras situações que, ao longo do tempo, foram lhe mostrando o quanto o projeto de sistema educacional no Brasil, apesar dos professores e dos alunos, é opressor e pesado para as crianças e adolescentes (e também para os próprios professores).
A escola, ao contrário do que deveria ser, torna-se um ambiente que tolhe a capacidade imaginativa dos jovens e os reprime de maneira constante. Nana, com sua ironia e humor finos, aponta estratégias para se conseguir ficar em sala de aula. Com as ilustrações de Adão Iturrusgarai - criador de Aline e de vários personagens que são publicados em grandes veículos, como Folha de São Paulo - este livro mostra quais são os estratagemas inventados de forma recorrente e bem humorada pelos alunos como último recurso possível para poder se suportar a tradicional sala de aula.

HISTÓRIA DE NÃO ACONTECER

DE REGES SCHWAAB
 
 “História de não acontecer” é o primeiro livro de Reges Schwaab e é, também, o texto que inaugura a coleção de prosa de ficção da editora Modelo de Nuvem. REGES SCHWAAB nasceu em 1980, em Porto Xavier/RS. É jornalista. Atualmente mora em Porto Alegre, onde faz doutorado em Comunicação, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Antes, trabalhou por seis anos em rádio. História de Não acontecer é sua estreia na literatura. Mais em http://errudito.blogspot.com.
Nesta estreia, Reges traz uma narrativa de formas breves estruturada com rigor e com poética singular, que trata da solidão do indivíduo e da composição da alteridade, aproximando-se de autores contemporâneos como Alessandro Barico e Gonçalo M. Tavares.


ODE PARANOIDE


DE MARCO DE MENEZES (poesia) e MARINA POLIDORO (Ilustrações)


Marco, poeta, e Marina, artista plástica. Neste projeto conjunto os dois autores se aliam para tratar da impostura com que as cenas sociais são engendradas, em particular as relações – autoritárias – antepostas à valoração moral do cotidiano e da impermanência das coisas, indo buscar na infância material de poesia e confrontação. 
A poesia de Marco de Menezes (em seu quarto livro) e as imagens de Marina Polidoro, ao mesmo tempo fortes e delicadas, dialogam em projeto que expõe algo da violência e do lirismo do cotidiano. A abordagem de ambos se apresenta de modo que palavra e composição visual constituem texturas, fragmentos e sobreposições – que tentam dar conta de aspectos sombrios e obscuros do ser, inerentes à condição humana.